Daniel Duende é escritor, brasiliense, e tradutor (talvez nesta ordem). Sofre de um grave vício em video-games do qual nunca quis se tratar, mas nas horas vagas de sobriedade tenta descobrir o que é ser um blogueiro. Outras de suas paixões são os jogos de interpretação e sua desorganizada coleção de quadrinhos. Vez por outra tira também umas fotografias, mas nunca gosta muito do resultado.

Duende é atualmente o Coordenador do Global Voices em Português, site responsável pela tradução do conteúdo do observatório blogosférico Global Voices Online, e vez por outra colabora com o Overmundo. Mantém atualmente dois blogues, o Novo Alriada Express e O Caderno do Cluracão, e alterna-se em gostar ora mais de um, ora mais de outro, mas ambos são filhos queridos. Tem também uma conta no flickr, um fotolog e uma gata branca que acredita que ele também seja um gato.

sexta-feira, 17 de junho de 2005

Poema do cu vingado
não é meu, mas foi bem escrito...

Era uma vez um cú,
Que amava suas pregas,
Tinha treze belas meninas
Em volta de sua bodega
Um dia para seu espanto,
Algo terrível aconteceu,
Depois de uma bosta bem grossa,
Uma preguinha faleceu.

Foi uma situação terrível,
Um pobre cú em depressão,
Lembrando de sua menina
Se arrebentando com o cagalhão.

Enfim tudo passou,
E o cú voltou a sorrir,
Mas para seu suplício,
O pior ainda estava por vir.

A bunda em que morava
Entrava na adolescência,
E com o fluir dos hormônios,
Começaram as indecências

Numa bela noite,
Na calada da madrugada,
O cú sente uma dor forte
A primeira pirocada
O cú ficou aflito
Se contraiu todo... com a breca!
A piroca desistiu
E foi comer a perereca.

Agora todo cuidado é pouco,
E o cú vive sob tensão,
Embora não comido,
Sabe que rola uma tentação

Em um descuido do cú,
Um minuto de insensatez,
Veio a piroca sedenta
E entrou de uma só vez.

E o cúzinho outrora feliz,
Não sorri, não se move
Das treze pregas que tinha,
Restaram apenas nove.
Ele estava horroroso,
Nunca mais seria igual,
Ficou flácido e mole,
Uma moeda de um real.

A história não acaba aí,
Há mais cenas de horror,
Pois o cú que era alegre,
Virou um cú vingador.
Nunca mais se contraiu,
Deixa tudo passar,
E a bundinha que era linda
Agora só vive a cagar.

Dizem as más línguas,
Que esta história se espalhô,
E todo cú "caga-pau"
É discípulo do cú vingadô

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