Daniel Duende é escritor, brasiliense, e tradutor (talvez nesta ordem). Sofre de um grave vício em video-games do qual nunca quis se tratar, mas nas horas vagas de sobriedade tenta descobrir o que é ser um blogueiro. Outras de suas paixões são os jogos de interpretação e sua desorganizada coleção de quadrinhos. Vez por outra tira também umas fotografias, mas nunca gosta muito do resultado.

Duende é atualmente o Coordenador do Global Voices em Português, site responsável pela tradução do conteúdo do observatório blogosférico Global Voices Online, e vez por outra colabora com o Overmundo. Mantém atualmente dois blogues, o Novo Alriada Express e O Caderno do Cluracão, e alterna-se em gostar ora mais de um, ora mais de outro, mas ambos são filhos queridos. Tem também uma conta no flickr, um fotolog e uma gata branca que acredita que ele também seja um gato.
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sexta-feira, 16 de março de 2007

Loose Change: Como George W. Bush fingiu um atentado terrorista e matou seu povo em benefício próprio.

Vamos colocar alguns pontos:

* George W. Bush e seu vice-presidente Dick Cheney tinham todos os motivos para querer que um grande atentado terrorista, daqueles que chocam o mundo todo, acontecesse em território norte-americano. Era tudo que eles precisavam para melhorar sua popularidade e ter uma boa desculpa para instalar um governo quase facista nos EUA e posar de guardiães do bem no mundo ocidental.

* Não era possível, tecnicamente falando, derrubar as duas torres do World Trade Center com dois míseros aviões. Não apenas o impacto não as derrubaria (como todos puderam ver que não derrubou), como o incêndio e danos estruturais consequentes não eram suficientes para fazê-las cair daquele modo.

* Um prédio que desaba, o faz aos poucos, de um modo desajeitado e absurdamente perigoso para os prédios da vizinhança. Para que um arranha-céu caia daquele modo reto, rápido e quase de uma forma limpa, seria necessário dinamitá-lo. Com um pouco de atenção aos vídeos e ao relato dos sobreviventes, pode-se ver que aconteceram centenas de explosões ao longo do World Trade Center na hora que antecedeu sua queda. As imagens dos bombeiros mostram o estrago causado pelo que só poderia ser uma bomba no térreo do prédio. Há centenas de outras evidências a este respeito.

* Qualquer um com dois olhos e um pouco de atenção pode notar que nenhum avião atingiu o Pentágono. Nenhum avião poderia cair sem deixar vestígios (tal coisa nunca aconteceu), e o estrago causado ao Pentágono é totalmente incongruente com o estrago causado pelo impacto até mesmo de um avião Cessna, quanto mais de um avião comercial do tamanho proposto. O fato de nenhuma câmera pegou o avião, e que ninguém afirma com certeza tê-lo visto batendo lá, parece ser ignorado convenientemente por todos.

* Nenhum avião caiu ou foi derrubado em nenhum campo norte-americano naquele dia. Ou, se o foi, isso nunca foi mostrado. Policiais que atenderam ao "local da queda" daquele quarto avião disseram que não havia nada lá -- nem destroços, nem corpos. Por sinal, algumas das aeronaves que teriam "sido destruídas" naquele dia ainda constam como aviões existentes e em uso nos EUA.

* Os terroristas acusados da ação não eram capazes de pilotar aviões bem o bastante para manobrá-los da forma que apontam as versões oficiais dos acidentes. Pior que isso, a maioria deles está viva e bem em algum outro lugar do mundo, como afirmam as próprias embaixadas de seus países.

* Não era possível em 2001 se ligar pelo celular de um avião em vôo, e as famílias dos que receberam ligações não reconheceram o jeito de seus "parentes" nas pretensas ligações que informavam o que acontecia naquele vôo.

* Nos dias que se seguiram ao ataque, o vídeo onde, em tese, Osama Bin Laden confessava o ataque, mostrava um homem que não poderia ser o pretenso líder do "Al Qaeda". O próprio Osama lançou naquela época um comunicado dizendo que não tinha nada a ver com os ataques.

* Centenas de pessoas apresentaram, a princípio, relatos e opiniões que apontavam na direção contrária à versão oficial sobre os atentados. No prazo de semanas, todos começaram a concordar a respeito da versão oficial, mesmo tendo afirmado antes que ela era absolutamente ilógica e impossível. Aqueles que mantiveram seus relatos que apontavam em direções diversas da versão oficial foram demitidos de seus cargos ou desapareceram.

* O governo e a mídia tradicional norte americana se recusa a discutir o assunto, ridiculariza quem tenta fazê-lo e, agora, inventou um bode expiatório perfeito (com carícias e remedinhos) para corroborar sua mentira assassina.

* O atual governo norte americano é, a olhos vistos, o maior grupo de terroristas e assassinos da face deste planeta.

Se você discorda destas afirmações, peço que assista a este filme. Seu nome é Loose Change, e foi disponibilizado na página LooseChange911.com desde pouco depois do falso atentado. Nele você encontrará o embasamento para estas e dezenas de outras afirmações que corroboram tudo que estou dizendo. Assistam o filme. Depois a gente conversa.

quinta-feira, 15 de março de 2007

"Tá certo! Eu confesso, mas pare de me fazer carinho!"

Sob tratamento exemplar no ensolarado resort para turistas islâmicos de Guantanamo Bay, Khalid Sheikh Mohammed confessou a autoria intelectual dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA, bem como o planejamento de mais 29 ações terroristas. Dizem as más línguas que ele confessou até ser a reencarnação de Jack o Estripador (ou de Jack Palance, ele não sabia a diferença), contanto que parassem de tratá-lo com tanto carinho.

Na lógica simples de Bush, seus comparsas e da mídia norte-americana, se alguém confessa algo numa sessão de "carinhos" (não! é claro que eles nunca torturam ninguém!), então deve ser verdade. Principalmente se isso fizer bem para o orgulho nacional do povo mais orgulhoso do planeta. Agora eles já podem enforcar e cuspir em alguém e sentir-se vingados pela ferida feia ao orgulho nacional que foi a queda das duas torres (e que ninguém me convence de que não aconteceu com a anuência do próprio governo americano). Quem sabe o Bush até consiga um pouquinho mais de popularidade depois dessa, né?

E assim passam os dias neste mundo estranho...