Daniel Duende é escritor, brasiliense, e tradutor (talvez nesta ordem). Sofre de um grave vício em video-games do qual nunca quis se tratar, mas nas horas vagas de sobriedade tenta descobrir o que é ser um blogueiro. Outras de suas paixões são os jogos de interpretação e sua desorganizada coleção de quadrinhos. Vez por outra tira também umas fotografias, mas nunca gosta muito do resultado.

Duende é atualmente o Coordenador do Global Voices em Português, site responsável pela tradução do conteúdo do observatório blogosférico Global Voices Online, e vez por outra colabora com o Overmundo. Mantém atualmente dois blogues, o Novo Alriada Express e O Caderno do Cluracão, e alterna-se em gostar ora mais de um, ora mais de outro, mas ambos são filhos queridos. Tem também uma conta no flickr, um fotolog e uma gata branca que acredita que ele também seja um gato.
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Fotos da Oficina de Mitoreciclagem @ campusparty2009

O DPadua publicou em seu blogue algumas fotos da nossa conversa sobre Mitoreciclagem e transformações narrativas lá no Campus Party...



O áudio da conversa está disponível no site do Estúdio Livre, aqui.
(eu sempre morro de vergonha quando leio escuto a minha voz gravada.
algum dia ainda vão acreditar que eu sou um cara tímido...)

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Mitoreciclagem

Por outro lado, a oficina de Mitoreciclagem -- reconhecimento e ação sobre os padrões narrativos míticos que nos regem -- que realizamos lá no Encontrão Intergaláctico do Metareciclagem (acontecido dentro do Campus Party 2009) foi um encanto!

O áudio da conversa foi gravado, e espero em breve disponibilizar ele por aqui (e no Caderno do Cluracão também...).

Devo, não nego, escrever mais sobre o tema. Mas por hora, vou publicar o que tenho -- e o que tenho é um fragmento de texto que escrevi antes da oficina e uns fragmentos de conversa que tive no grupo de discussão do Metarec ou nos maravilhosos encontros que tive com a tribo metarecicleira no Encontrão Intergaláctico... tudo publicado no Caderno do Cluracão.

Seguem as conversas míticas, mito e meta recicleiras... em busca de alguma vida melhor e que faça mais sentido do que esta que nos é proposta.

Fingindo que debatemos a lei que finge que nos protege...

Eu sei que o comentário está muito atrasado, mas como estou escrevendo um artigo sobre o tema, vale o desabafo...

Que DIABOS de arremedo de "debate" da Lei Azeredo foi aquele que aconteceu no Campus Party? As mesmas pessoas falando as mesmas coisas "no palco"... Algumas, como o Sérgio Amadeu e o Ronaldo Lemos, com excelentes argumentos. Outras, como o Portugal, cupincha do covarde do Azeredo -- que tem medo das pessoas que sua lei pretensamente protegeria -- falando as mesmas asneiras de sempre. E no fim das contas, ninguém que compareceu ao debate tem chance de falar nada. Não é a toa que todo mundo virou de costas no final do "debate". Não havia mais nada para ouvir, e nem se podia falar mais nada.

E o Projeto de Lei de Cibercrimes continua, como sempre, NÃO sendo debatido com ninguém. É fácil dizer que entendem o que precisamos em termos de regulação e governança da rede quando ninguém de nós é ouvido.

Um dia a gente aprende...