Daniel Duende é escritor, brasiliense, e tradutor (talvez nesta ordem). Sofre de um grave vício em video-games do qual nunca quis se tratar, mas nas horas vagas de sobriedade tenta descobrir o que é ser um blogueiro. Outras de suas paixões são os jogos de interpretação e sua desorganizada coleção de quadrinhos. Vez por outra tira também umas fotografias, mas nunca gosta muito do resultado.

Duende é atualmente o Coordenador do Global Voices em Português, site responsável pela tradução do conteúdo do observatório blogosférico Global Voices Online, e vez por outra colabora com o Overmundo. Mantém atualmente dois blogues, o Novo Alriada Express e O Caderno do Cluracão, e alterna-se em gostar ora mais de um, ora mais de outro, mas ambos são filhos queridos. Tem também uma conta no flickr, um fotolog e uma gata branca que acredita que ele também seja um gato.
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quinta-feira, 15 de maio de 2008

Sem palavras de despedida...

Um grande amigo meu morreu nestes últimos dias.

A morte de alguém querido é sempre difícil. Quando se soma a juventude daquele que partiu, e as circunstâncias de sua partida, a situação se torna ainda pior. Fiquei os últimos 3 dias como que em um transe, sem saber ao certo o que pensar nem o que dizer, ouvindo por vezes o eco distante da gargalhada sonora de meu saudoso amigo no vento... sem rumo, como meus pensamentos.

Por vezes acho que sei lidar com a morte. Talvez saiba, a meu modo, sobreviver a ela. Mas mesmo assim, eu não estava pronto para isso. E eu, que sempre pareço ter algo a dizer (mesmo que seja besteira) sobre as coisas da vida, sinto que nada tenho a dizer neste momento.

Só o que me vem à cabeça é "Descansa, Bróder!".


E assim a vida segue.