Sem palavras de despedida...
Um grande amigo meu morreu nestes últimos dias.
A morte de alguém querido é sempre difícil. Quando se soma a juventude daquele que partiu, e as circunstâncias de sua partida, a situação se torna ainda pior. Fiquei os últimos 3 dias como que em um transe, sem saber ao certo o que pensar nem o que dizer, ouvindo por vezes o eco distante da gargalhada sonora de meu saudoso amigo no vento... sem rumo, como meus pensamentos.
Por vezes acho que sei lidar com a morte. Talvez saiba, a meu modo, sobreviver a ela. Mas mesmo assim, eu não estava pronto para isso. E eu, que sempre pareço ter algo a dizer (mesmo que seja besteira) sobre as coisas da vida, sinto que nada tenho a dizer neste momento.
Só o que me vem à cabeça é "Descansa, Bróder!".
E assim a vida segue.
