Daniel Duende é escritor, brasiliense, e tradutor (talvez nesta ordem). Sofre de um grave vício em video-games do qual nunca quis se tratar, mas nas horas vagas de sobriedade tenta descobrir o que é ser um blogueiro. Outras de suas paixões são os jogos de interpretação e sua desorganizada coleção de quadrinhos. Vez por outra tira também umas fotografias, mas nunca gosta muito do resultado.

Duende é atualmente o Coordenador do Global Voices em Português, site responsável pela tradução do conteúdo do observatório blogosférico Global Voices Online, e vez por outra colabora com o Overmundo. Mantém atualmente dois blogues, o Novo Alriada Express e O Caderno do Cluracão, e alterna-se em gostar ora mais de um, ora mais de outro, mas ambos são filhos queridos. Tem também uma conta no flickr, um fotolog e uma gata branca que acredita que ele também seja um gato.
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terça-feira, 24 de março de 2009

sobre o silêncio...

(...) Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores.

É preciso também não ter filosofia nenhuma. (...)

(...) Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito.

É preciso também que haja silêncio dentro da alma. (...)


(atribuído a Alberto Caeiro, que era pessoa e também Fernando Pessoa)

terça-feira, 5 de dezembro de 2006


mais um entardecer by ~cluracan on deviantART

Fragmentos.
Lampejos.
Troços de coisas.
Visões de histórias
que porvoam pelo reino...

Toda história é um fragmento de História e Mito.
Todo fragmento é uma história por sí só.
Cada gota de chuva é a própria chuva,
é um rio, é o mar... é uma história.

É por isso que escrevo fragmentos.
Por entender que ninguém precisa dizer tudo.
Basta dizer o que sente...


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