Daniel Duende é escritor, brasiliense, e tradutor (talvez nesta ordem). Sofre de um grave vício em video-games do qual nunca quis se tratar, mas nas horas vagas de sobriedade tenta descobrir o que é ser um blogueiro. Outras de suas paixões são os jogos de interpretação e sua desorganizada coleção de quadrinhos. Vez por outra tira também umas fotografias, mas nunca gosta muito do resultado.

Duende é atualmente o Coordenador do Global Voices em Português, site responsável pela tradução do conteúdo do observatório blogosférico Global Voices Online, e vez por outra colabora com o Overmundo. Mantém atualmente dois blogues, o Novo Alriada Express e O Caderno do Cluracão, e alterna-se em gostar ora mais de um, ora mais de outro, mas ambos são filhos queridos. Tem também uma conta no flickr, um fotolog e uma gata branca que acredita que ele também seja um gato.

quinta-feira, 11 de agosto de 2005

meu nome é Daniel
Duende, porque somos muitos...




por baixo do um que somos, e que tenta ser tantos, existem tantos que são parte do nosso um. eu é uma palavra composta, ela presume eus, ela presume muitas forças indo em diversas direções. todo mundo é por dentro um mundo. todos nós somos uma rede cheia de nós.

andar só para frente é complicado, e sabe bem todo pequeno príncipe que não leva a lugar algum.

nesta carruagem arreada a mil cavalos selvagens que chamamos de eu para os outros, é muito difícil manter o controle. mas quem é que quer controle, quando a força dos cavalos está justamente em sua liberdade.

meu nome é daniel duende, e por baixo dele existem tantos outros eus e tantos outros nomes. não há tempo para explicar e nem nenhuma lição para se entender. somos muitos, e queremos ir para todo lugar, tudo experimentar. aceitando este(s) espírito(s) você pode caminhar, seja para onde for, sabendo que está em seu lugar. todos eles. todos eus...




nonsense? só para quem não sente.

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